Books by leonardo pacheco
Noções básicas de planejamento visual Retirado do livro: Design para quem não é designer. Willian... more Noções básicas de planejamento visual Retirado do livro: Design para quem não é designer. Willians, Robin. 7ª edição, São Paulo : Callis. 1995.
A presente obra é disponibilizada pela equipe Le Livros e seus diversos parceiros, com o objetivo... more A presente obra é disponibilizada pela equipe Le Livros e seus diversos parceiros, com o objetivo de oferecer conteúdo para uso parcial em pesquisas e estudos acadêmicos, bem como o simples teste da qualidade da obra, com o fim exclusivo de compra futura.
Cover illustration: A metaphase spread (front cover) and a karyotype (back cover) after in situ h... more Cover illustration: A metaphase spread (front cover) and a karyotype (back cover) after in situ hybridization and detection of multiplex probes. Red and green bars represent regions Printed on acid-free paper.
Library of Congress Cataloging-in-Publication Data Pitman, Jim. Probability / Jim Pitman. p. cm.-... more Library of Congress Cataloging-in-Publication Data Pitman, Jim. Probability / Jim Pitman. p. cm.-(Springer texts in statistics) Includes bibliographical references and index.
Library of Congress Cata1oging-in-Pub1ication Data Braun, Martin, 1941-Differentia1 equations and... more Library of Congress Cata1oging-in-Pub1ication Data Braun, Martin, 1941-Differentia1 equations and their app1ications: an introduction to applied mathematics / M. Braun.-4th ed. p. cm.-(Texts in app1ied mathematics; 11) Includes bibliographical references and index.

En con t r e o m a t e r ia l de e st u do pa r a se u con cu r so pr e fe r ido e m w w w .a ch ... more En con t r e o m a t e r ia l de e st u do pa r a se u con cu r so pr e fe r ido e m w w w .a ch e icon cu r sos.com .br Conteúdo: 1. Números inteiros, racionais e reais; problemas de contagem 3. O produto de dois números é 620. Se adicionasse-mos 5 unidades a um de seus fatores, o produto ficaria aumentado de 155 unidades. Quais são os dois fatores? 4. Numa divisão inteira, o divisor é 12, o quociente é uma unidade maior que o divisor e o resto, uma unidade menor que o divisor. Qual é o valor do dividendo? 5. Certo prêmio será distribuído entre três vendedores de modo que o primeiro receberá R$ 325,00; o segundo receberá R$ 60,00 menos que o primeiro; o terceiro receberá R$ 250,00 menos que o primeiro e o segundo juntos. Qual o valor total do prêmio repartido entre os três vendedores? 6. Um dicionário tem 950 páginas; cada página é dividida em 2 colunas; cada coluna tem 64 linhas; cada linha tem, em média, 35 letras. Quantas letras há nesse dicionário? 7. Uma pessoa ganha R$ 40,00 por dia de trabalho e gasta R$ 800,00 por mês. Quanto ela economizará em um ano se ela trabalhar, em média, 23 dias por mês? 8. Um negociante comprou 8 barricas de vinho, todas com a mesma capacidade.

A gramática divide as palavras em várias categorias diferentes: substantivos, adjetivos, advérbio... more A gramática divide as palavras em várias categorias diferentes: substantivos, adjetivos, advérbios, etc. Você deve lembrar desses nomes da época da escola, não? Pois em inglês esses nomes também existem. Vamos a elas! Nouns são os substantivos, as palavras que dão nome as coisas, como field (campo), fountain (fonte), street (rua) ou town (cidade). Pronouns são os pronomes, que indicam pessoas e coisas, como he (ele) ou she (ela). Adjectives são os adjetivos, que caracterizam as coisas, como magic (mágico) ou bridal (de noivado). Verbs são ações, como read (ler), write (escrever), jump (pular) e run (correr). Adverbs são os advérbios, que mostram como as coisas são feitas, como quickly (rapidamente), slowly (lentamente), badly (gravemente) ou well (bom, bem feito). Prepositions são as preposições, que determinam relações entre as coisas com em in the street (na rua) e at the station (na estação). Conjunctions são as conjunções, que ligam as palavras e frases, como or (ou) e and (e). Por fim, interjections são as interjeições, que representam sons, falas, etc., como "stop!" (Pare!). Você não precisa saber tudo isso de cor e salteado, basta ter uma noção de cada uma das categorias gramaticais. Letras maiúsculas Quando usar letras maiúsculas em inglês Em inglês, letras maiúsculas são chamadas capital letters, big letters ou upper-case letters, ou simplesmente capitals. Assim como no português, em alguns casos deve-se usar obrigatoriamente as letras maiúsculas. Em inglês, usa-se letras maiúsculas… No começo de uma frase: The book is on the table.-O livro está em cima da mesa. You are going home.-Você está indo pra casa. Please, leave me alone!-Por favor, me deixe sozinho! Sempre que usamos a palavra I (eu): I am a teacher.-Eu sou um professor. John and I went to the party.-John e eu fomos para a festa. I play soccer.-Eu jogo futebol.
APOSTILA CONCURSO BANCO DO BRASIL
APOSTILA CONCURSO BANCO DO BRASIL
A presente obra é disponibilizada pela equipe Le Livros e seus diversos parceiros, com o objetivo... more A presente obra é disponibilizada pela equipe Le Livros e seus diversos parceiros, com o objetivo de oferecer conteúdo para uso parcial em pesquisas e estudos acadêmicos, bem como o simples teste da qualidade da obra, com o fim exclusivo de compra futura.
Neste capítulo vamos apresentar os conceitos básicos de Arquitetura de Computadores. Iniciamos co... more Neste capítulo vamos apresentar os conceitos básicos de Arquitetura de Computadores. Iniciamos com a definição de alguns conceitos que serão necessários para o entendimento de uma arquitetura de computadores. Depois apresentamos uma pequena história dos computadores eletrônicos, desde a sua invenção até os dias de hoje. Finalmente, apresentamos os componentes gerais de uma arquitetura de computadores.

Resumo: O objetivo principal deste artigo é analisar quais são os desafios que a inteligência art... more Resumo: O objetivo principal deste artigo é analisar quais são os desafios que a inteligência artifical (IA) forte deve superar conforme as críticas feitas por John Searle (1932*). As duas principais teses que Searle apresenta contra a IA forte são: (i) a semântica não é uma parte intrínseca da sintaxe e (ii) a sintaxe de uma linguagem não é uma propriedade intrínseca dos objetos físicos. Esses argumentos serão explicitados por meio de suas teorias da linguagem, da mente e da realidade social. No final, veremos que os argumentos searleanos são suficientes para demonstrar que um programa computacional qualquer não é capaz de gerar mentes como as nossas, porém isso não significa que a tese de que computadores digitais poderão um dia possuir estados mentais como propriedades emergentes seja impossível do ponto de vista lógico. No entanto, os desafios que os idealizadores da IA forte enfrentam são difíceis, visto que nossas mentes não possuem apenas uma estrutura sintática e formal, mas também um conteúdo semântico e a capacidade de compreender esse conteúdo.

Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para institu... more Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil. Nota do Editor (NE): as alterações decorrentes das Emendas Constitucionais de Revisão e das Emendas Constitucionais já estão incorporadas ao texto principal. As Emendas modifi cadoras são indicadas entre parênteses ao final do caput dos artigos alterados. Art. 1 o A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: I -a soberania; II -a cidadania; III -a dignidade da pessoa humana; IV -os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; V -o pluralismo político. Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição. Art. 2 o São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. I -construir uma sociedade livre, justa e solidária; II -garantir o desenvolvimento nacional; III -erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; IV -promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Art. 4 o A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios: I -independência nacional; II -prevalência dos direitos humanos; III -autodeterminação dos povos; IV -não-intervenção; V -igualdade entre os Estados; VI -defesa da paz; VII -solução pacífica dos conflitos; VIII -repúdio ao terrorismo e ao racismo; IX -cooperação entre os povos para o progresso da humanidade; X -concessão de asilo político. Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações. 11 Dos Princípios Fundamentais TÍTULO II -Dos Direitos e Garantias Fundamentais CAPÍTULO I -Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos Art. 5 o Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: (EC n o 45/2004) I -homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição; II -ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; III -ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante; IV -é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; V -é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem; VI -é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias; VII -é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva; VIII -ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei; IX -é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença; X -são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação; XI -a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial; XII -é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal; XIII -é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer; XIV -é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional; XV -é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens; XVI -todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião Art. 6 o São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. (EC n o 26/2000, EC n o 64/2010 e EC n o 90/2015) Art. 7 o São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: (EC n o 20/98, EC n o 28/2000, EC n o 53/2006 e EC n o 72/2013) I -relação de emprego protegida contra despedida arbitrária ou sem justa causa, nos termos de lei complementar, que preverá indenização compensatória, dentre outros direitos; II -seguro-desemprego, em caso de desemprego involuntário; III -fundo de garantia do tempo de serviço; IV -salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim; V -piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho; VI -irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo; VII -garantia de salário, nunca inferior ao mínimo, para os que percebem remuneração variável; VIII -décimo terceiro salário com base na remuneração integral ou no valor da aposentadoria; IX -remuneração do trabalho noturno superior à do diurno; X -proteção do salário na forma da lei, constituindo crime sua retenção dolosa; XI -participação nos lucros, ou resultados, desvinculada da remuneração, e, excepcionalmente, participação na gestão da empresa, conforme definido em lei; XII -salário-família pago em razão do dependente do trabalhador de baixa renda nos termos da lei; XIII -duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho; XIV -jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento, salvo negociação coletiva; XV -repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos; XVI -remuneração do serviço extraordinário superior, no mínimo, em cinqüenta por cento à do normal; XVII -gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal; XVIII -licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de cento e vinte dias; XIX -licença-paternidade, nos termos fixados em lei; Art. 15. É vedada a cassação de direitos políticos, cuja perda ou suspensão só se dará nos casos de: I -cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado; II -incapacidade civil absoluta; III -condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus efeitos; IV -recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou prestação alternativa, nos termos do art. 5 o , VIII; V -improbidade administrativa, nos termos do art. 37, § 4 o . A lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência. (EC n o 4/93) Art. 17. É livre a criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos, resguardados a soberania nacional, o regime democrático, o pluripartidarismo, os direitos fundamentais da pessoa humana e observados os seguintes preceitos: (EC n o 52/2006) I -caráter nacional; II -proibição de recebimento de recursos financeiros de entidade ou governo estrangeiros ou de subordinação a estes; III -prestação de contas à Justiça Eleitoral; IV -funcionamento parlamentar de acordo com a lei. § 1 o É assegurada aos partidos políticos autonomia para definir sua estrutura interna, organização e funcionamento e para adotar os critérios de escolha e o regime de suas coligações eleitorais, sem obrigatoriedade de vinculação entre as candidaturas em âmbito nacional, estadual, distrital ou municipal, devendo seus estatutos estabelecer normas de disciplina e fidelidade partidária. § 2 o Os partidos políticos, após adquirirem personalidade jurídica, na forma da lei civil, registrarão seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral. § 3 o Os partidos políticos têm direito a recursos do fundo partidário e acesso gratuito ao rádio e à televisão, na forma da lei. § 4 o É vedada a utilização pelos partidos políticos de organização paramilitar. 23 Dos Direitos e Garantias Fundamentais TÍTULO III -Da Organização do Estado CAPÍTULO I -Da Organização Político-Administrativa Art. 18. A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, todos autônomos, nos termos desta Constituição. (EC n o 15/96) § 1 o Brasília é a...

Resumo: O objetivo principal deste artigo é analisar quais são os desafios que a inteligência art... more Resumo: O objetivo principal deste artigo é analisar quais são os desafios que a inteligência artifical (IA) forte deve superar conforme as críticas feitas por John Searle (1932*). As duas principais teses que Searle apresenta contra a IA forte são: (i) a semântica não é uma parte intrínseca da sintaxe e (ii) a sintaxe de uma linguagem não é uma propriedade intrínseca dos objetos físicos. Esses argumentos serão explicitados por meio de suas teorias da linguagem, da mente e da realidade social. No final, veremos que os argumentos searleanos são suficientes para demonstrar que um programa computacional qualquer não é capaz de gerar mentes como as nossas, porém isso não significa que a tese de que computadores digitais poderão um dia possuir estados mentais como propriedades emergentes seja impossível do ponto de vista lógico. No entanto, os desafios que os idealizadores da IA forte enfrentam são difíceis, visto que nossas mentes não possuem apenas uma estrutura sintática e formal, mas também um conteúdo semântico e a capacidade de compreender esse conteúdo.
Pretendemos neste capítulo relembrar alguns conceitos básicos, que irão facilitar a compreensão d... more Pretendemos neste capítulo relembrar alguns conceitos básicos, que irão facilitar a compreensão dos métodos numéricos apresentados nos próximos capítulos. A maioria dos conceitos aqui apresentados são deálgebra linear e isso se deve ao fato de que os resultados daálgebra linear, em geral, e da teoria dos espaços vetoriais, em particular, na análise numéricaé tão grande, que estudo pormenorizado desses assuntos cada vez mais se justifica. Assim maiores detalhes sobre os assuntos aqui abordados podem ser encontrados em livros deálgebra linear.
The use of general descriptive names, registered names, trademarks, service marks, etc. in this p... more The use of general descriptive names, registered names, trademarks, service marks, etc. in this publication does not imply, even in the absence of a specific statement, that such names are exempt from the relevant protective laws and regulations and therefore free for general use. The publisher, the authors and the editors are safe to assume that the advice and information in this book are believed to be true and accurate at the date of publication. Neither the publisher nor the authors or the editors give a warranty, express or implied, with respect to the material contained herein or for any errors or omissions that may have been made.

ESTA obra é o resultado de mais de 40 anos de reflexão de Newton da Costa acerca do conhecimento ... more ESTA obra é o resultado de mais de 40 anos de reflexão de Newton da Costa acerca do conhecimento científico. Ele iniciou seus estudos em engenharia, completando posteriormente sua formação com o estudo das matemáticas. Em suas pesquisas, tem-se dedicado sobretudo à lógica, aos fundamentos das matemáticas e, mais recentemente, aos fundamentos da física. No entanto, o que o arrastou nessa odisséia científica foi a simples questão "O que é o conhecimento científico?", que o inquieta desde os tempos em que seu tio, Milton Carneiro, ofereceu-lhe em seu batismo o Discurso do método de Descartes. É a esta questão que pretende enfim responder neste livro, o apogeu de sua vida intelectual. Longe de se satisfazer com as idéias recebidas, da Costa, ao longo de sua trajetória intelectual, tem inovado e questionado os estudos sobre os fundamentos da ciência, atacando os dogmas e a inércia do pensamen to. Este não é um livro a mais de epistemologia ou de filosofia da ciência. Nele, o leitor não encontrará, de modo algum, o resumo ou a explicação das propostas de Popper, Kuhn ou Lakatos, mas as idéias originais de da Costa. Evidentemente, seu pensamento não se desenvolveu ex-nihilo. Pode-se reconhecer, em sua fé e entusiasmo pela ciência, a influência da escola positivista de Auguste Comte, cujas idéias, no século passado, fir maram sólidas raízes no sul do país, sobretudo em Curitiba, onde da Cos ta nasceu. To davia, esse otimismo científico foi contrabalançado pela descoberta dos trabalhos de lógicos modernos (Gõdel, Ta rski etc.) e pela leitura da obra de G. Bouligand e J. Desgranges, Le déclin des absolus ma thématico-logiques (Sedes, Paris, 1949). Da Costa não enaltece, pois, uma ciência todo-poderosa, que nos permitiria descobrir a verdade em sua absoluta nudez. No entanto, sua te oria da quase-verdade preserva a idéia de uma (quase) verdade inviolável e irrevogável. Como ele gosta de repetir, o que tem sido verdadeiro per manece verdadeiro e será verdadeiro por toda eternidade. Há verdades re lativamente absolutas, isto é, absolutas com relação a um campo de aplicação, como a teoria de Ptolomeu. Poder-se-ia também dizer, desse ponto de vista, que uma verdade absolutamente absoluta seria uma contradictio in adjectum, pois até hoje não se definiu sensatamente a no-I. DENJOY, A. "L'innéité du transfini". In: Les grands courants de la pensée scientifique. Paris: Cahiers du Sud, p. 195. Newton C. A. da Costa troduza explicitamente o operador de verdade V. V(a) significa que a é um enunciado verdadeiro, no sentido da teoria da correspondência (outras noções de verdade serão investigadas posteriormente). Adiciona-se V a qualquer dos cálculos ou lógicas precedentes. Os postulados que o governam são os abaixo indicados: 1 ") V(a) B a, se a for uma fórmula atômica. 2") V(-,a) B-,V(a) 3") V(a v p) B V(a) v V(p) 4") V(V(a)) B V(a) 5") Uma coleção de enunciados verdadeiros específicos. A partir dos postulados listados, podem-se demonstrar os teoremas: V(a-+ p)-+ (V(a)-+ V(p)) V(a) B a V(a) B-,V(-,a) Além disso, se a for tese, V(a) também o será. Normalmente, o operador V se acha definido por meio de recursos externos ao cálculo em que ele é utilizado, sempre sendo respeitados os esquemas l "-4". Então surge o problema de se saber se as teses do cálcu lo que estamos considerando coincidem precisamente com as proposições verdadeiras. Quando isto ocorre, o cálculo diz-se correto e completo. To davia, em diversos casos, o conjunto das teses consiste em tão somente parte própria da classe das proposições verdadeiras. Admitamos que V foi incluído na linguagem de ]C. Chamemos o cálculo resultante de X. Em X se define formalmente o operador de co nhecimento K como se segue: K(a) gg C(a) 1\ V(a) 1\ J(a) A expressão K(a) significa que X conhece a (ou, simplesmente, conhece-se a). Tendo-se em mente as propriedades de C, V e J, demonstra-se em X que: 1 *) K(a-+ p)-+ (K(a)-+ K(p)) 2*) K(a)-+ a 3*) K(a)-+-,K(-,a) 4*) K(a)-+ KK(a) 5*) a I K(a)
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